Maestro e compositor brasileiro, Heitor Villa-Lobos soube usar as canções folclóricas e indígenas como ninguém, transformando-as na mais pura música brasileira. No modernismo destacou-se como um dos seus expoentes máximos, apresentando-se ali, como um dos mais importantes nomes da música nacional. No início suas composições são influenciadas por Wagner, Puccin e pela escola do romantismo francês, mas é o folclore brasileiro, que faz da sua obra uma das mais belas do mundo. Os sons da mata e do interior do Brasil, são representadas em sua obra, com rara beleza.
Apresentação da Troupp Pas D'argent, com o trabalho Cidade das Donzelas na Feira Hippie de Ipanema. O grupo estreou no Teatro do Jockey, em agosto de 2008, e tem se apresentado em diversos estados brasileiros, como Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Em 2009 fizeram uma temporada no Chile, onde se apresentaram para mais de 6000 pessoas, entre Santiago e Salamanca. Também em 2009 foram indicados ao Prêmio Shell na Categoria Especial do Júri, pela Pesquisa de Movimento, além de serem chamados para se apresentarem em Quito e Machala, no Equador.
"Grupo de seis artistas ansiosos por oportunidades, procurando brechas dentro de um sistema fechado, para fazer do ato cultural, um pequeno empreendimento auto-sustentável, que tem como finalidade enriquecer suas investigações, proporcionando trabalho variante, seja no tom, ritmo, harmonia, linguagens de vida e cena artística."
Ela é brasileira de Cartola e de Jobim. Ela canta, ela toca, ela interpreta, ela é pura emoção. Ela é Rejane Luna! Já são mais de 1200 acessos em 01 semana A cantora e compositora Rejane Luna, acabou de lançar o clip da sua música “Sou brasileira”, que foi produzido dirigido pelo filmaker Celso Destefano . Nesta canção, que foi fortemente elogiada por Roberto Menescal, Luna realça a diversidade cultural brasileira e encerra simulando com a boca o som de um tamborim, além de mostrar sua versatilidade ao tocar o violão de uma forma singular e percussiva.
Aqui ela canta a música Eu me Lembro, gravada ao vivo no Teatro Albeerto Maranhão.
A inspiração para este post, veio de uma mensagem do Orkut, que minha amiga Priscila (pricalisb.blogspot.com) me mandou. Nascida em Paris, França em 23 de janeiro 1928. Com formação de atriz clássica no Conservatório de Paris, filha de um barman francês e de uma bailarina britânica, a grande diva Jeanne Moreau estreou no cinema em 1948, no filme "Dernier Amour", de Jean Stelli. Logo após, atuou em diversas películas até que, em 1958, com os filmes de Louis Malle, "Ascensor para o Cadafalso" e "Os Amantes", alcançando definitivamente o estrelato; e dando início a uma brilhante carreira internacional, sendo dirigida por grandes cineastas como Malle, François Truffaut , Luís Buñuel, Michelangelo Antonioni, John Frankenheimer e Orson Welles, sem nunca deixar o teatro.
Considerada uma das melhores atrizes francesas de todos os tempos, no teatro e no cinema, atuou em mais de 120 filmes, Jeanne Moreau é também roteirista e cineasta, tendo realizado três filmes, "Lumière", em 1976, "L'Adolescente", em 1979, e "Lillian Gish", em 1983, além de ser a primeira atriz não estado-unidense a aparecer na primeira página do Time Magazine. Casada três vezes, com Jean-Louis Richard, em 1949, em seguida com Teodoro Rubanis, em 1966, e finalmente, com William Friedkin, em 1977, de quem se divorciou dois anos depois.
Filmografia:
Além das núvens - Par-delà les nuages, 1995
Amantes, Os - Les amants, 1958
Aquele amor - Cet amour-là, 2001
Ascensor para o cadafalso - Ascenseur pour l'échafaud, 1958
Incompreendidos, Os - Les 400 coups, 1959
Jules e Jim - Jules et Jim, 1961
Ligações amorosas, As - Les liaisons dangereuses, 1959
Mulher é uma mulher, Uma - Une femme est une femme, 1961
Nikita - La femme Nikita, 1990
Noite, A - La notte, 1960
Noiva estava de preto, A - La mariée était en noir, 1967
Para sempre Cinderela - Ever after, 1998
Processo, O - Le procès, 1963
Regresso, O - The proprietor, 1996
Rolls-Royce amarelo, O - The yellow Rolls-Royce, 1964
Vejam o belo trabalho da amiga Daniella Kai. Nocturne Op.3 - Composição e Piano : Daniella Kai - 2009
"Tudo começou em... Sempre gostei de escrever partituras, passar no papel aquilo que em palavras nunca conseguiria dizer. A música é meu bem maior. Jamais deixarei dela por qualquer outra coisa no mundo. Já tive oportunidades diferentes, e hoje sei, sempre serei fiel... O coração do artista nunca é dividido, se é, jamais será um artista por inteiro. Pouco tenho do que falar sobre mim, mas muito para mostrar... ...e muito para aprender. AdLibitum."
Dezenove moinhos de vento construídos no início do século 18 na região de Kinderdijk, Holanda. Esses moinhos, no passado, tinham a função de retirar água das áreas alagadas pela chuva e foram tombados pela UNESCO em 1977, como Patrimônio Histórico-Cultural da Humanidade.